um brinde dos Menezes

O casal Menezes é assim... volta e meia brinda-nos com o seu dom para a cozinha, este domingo foi com um Folar. A receita, alentejana, é da mãe da Vina e... ninguém se conteve com um só bocadinho


aqui fica a receita tal e qual a Vina partilhou:

Folar da minha mãe (alentejo)

  • 5kg de farinha, 
  • 1,5kg de açúcar, 
  • 750g de banha, 
  • 1dl de azeite bom, 
  • a casca de 2 limões ralados, 
  • 1dl de aguardente, 
  • ervas doces e 
  • canela que baste, 
  • 0,5kg de fermento de massa, 
  • 5 ovos, ( por cada kg de farinha 1 ovo).

Deita-se a farinha num alguidar juntamente com o açúcar fazendo uma cova ao centro e em seguida deita-se-lhe o fermento defeito em água morna o sal necessário a canela e as ervas doces espalhadas espalhadas pela farinha assim como os limões ralados, em seguida os ovos, depois de tudo desfeito, vai-se amassando, enquanto se amassa, vai-se deitando o azeite morno, a banha e a aguardente, se precisar de mais liquido para concluir a amassadura é utilizar leite.

Repousa o tempo necessário até levedar, normalmente 4 a 5h pois é uma massa muito pesada. Em seguida moldam-se os bolos que se metem no forno em tabuleiros polvilhados de farinha.

(todos os ingredientes devem de estar á temperatura ambiente)

7Rios visitou Aqueduto das Águas Livres

Filipe Santos fotografou J




Tela de Avelina Menezes

fotografada por Avelina Menezes

Bolo de Cenoura da Priscila

Ontem foi dia de Festa em Sete Rios (todos os dias são dias de estarmos alegres, só que neste a Priscila levou um dos bolos saborosos)

Bolo de Cenoura com cobertura de chocolate e leite condensado




INGREDIENTES
·         4 ovos
·         1 chávena de óleo
·         2 chávenas açúcar
·         2 chávenas farinha
·         2 cenouras grandes raladas
·         1 colher chá fermento


COBERTURA
·         1 pacote de natas (200ml)
·         1 barra de chocolate (200gr)


Com a varinha mágica bate a cenoura, os ovos e o óleo.
Juntar ao preparado anterior o açúcar seguido da farinha e fermento e bater com a batedeira elétrica.
Levar ao forno a 180º durante 20 a 30 minutos.
Derreter em banho-maria as natas e chocolate e barre o bolo.

Decorar a gosto com côco ou açúcar em pó.
Priscila Carreira
16 de Fevereiro 2014

Quão doce e solene é aquele lugar

Alba Calvo encontrou Sete Rios e depressa conquistou cada um, pela benção que ela é. 
Já no país vizinho, sua terra natal, Alba, que entretanto se tornou uma amiga, escolheu este hino de Isaac Watts, tendo no seu coração o desejo que cada um sinta o mesmo gozo que ela sentiu.

Quão solene e doce aquele lugar onde mora Cristo o Senhor! 
Lucas 14:16-23 Um certo homem fez uma grande ceia, e convidou a muitos.E à hora da ceia mandou o seu servo dizer aos convidados: Vinde, que já tudo está preparado. E todos à uma começaram a escusar-se. Disse-lhe o primeiro: Comprei um campo, e importa ir vê-lo; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado. E outro disse: Casei, e portanto não posso ir. E, voltando aquele servo, anunciou estas coisas ao seu senhor. Então o pai de família, indignado, disse ao seu servo: Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos. E disse o servo: Senhor, feito está como mandaste; e ainda há lugar. E disse o senhor ao servo: Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha.




Quão doce e solene aquele lugar,

Quão doce e solene aquele lugar
com Cristo dentro das portas,
ali o seu eterno amor expõe
o melhor dos seus manjares.

Enquanto todos os nossos corações
e todas as nossas músicas
se unem para admirar o festim,
cada um de nós clama com línguas agradecidas:

"Senhor, por que me convidaste a mim?

Por que me fizeste ouvir a tua voz
e entrar enquanto há lugar,
quando milhares fazem a miserável escolha
e preferem morrer à fome a vir?"

Foi o mesmo amor que o manjar serviu,
Que docemente a entrar nos levou; 
senão teriamos ainda recusado provar 
e perecido no nosso pecado.

Tem piedade das nações, ó Deus nosso!
Constrange a terra a vir;
envia a tua vitoriosa palavra ao exterior 
e traz a casa os estranhos,

Nós ansiamos ver as tuas igrejas cheias;
que toda a raça escolhida possa, 
a uma voz,  com um coração e alma,
cantar da tua graça redentora.

Tradução: Alba Calvo
Revisão: Nigel Thomas e Luís Diniz

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