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Os apoiantes do Hamas e o bloqueio marítimo

Existe um bloqueio marítimo ao território de Gaza, imposto por Israel como medida defensiva contra a organização do “Hamas” que ao longo de anos tem atacado alvos civis no território de Israel e que recebe armamento por via marítima.

Um bloqueio marítimo é um meio legítimo de defesa que, de acordo com o Direito Internacional, pode ser usado como medida quando existe um conflito armado.

O bloqueio marítimo pode abranger águas internacionais, desde que não impeça o acesso à costa e aos portos de estados não envolvidos no conflito.

Respeitando as normas do Direito Internacional, Israel anunciou publicamente a existência do bloqueio marítimo a Gaza, dando a conhecer as exactas coordenadas.

O governo de Israel notificou os governos e os organizadores da frota de apoiantes do Hamas. No local, os navios que participavam na manifestação, foram repetidamente avisados da existência de um bloqueio marítimo.

De acordo com o Direito Internacional quando um bloqueio marítimo está em curso, nenhum navio, ainda que civil, pode entrar na zona bloqueada. Qualquer navio que viole ou tente violar o bloqueio pode ser apresado e a tentativa de bloqueio consuma-se desde que o navio deixa o seu porto com a intenção de quebrar o bloqueio.

Os manifestantes não só fizeram anunciar a sua clara intenção de quebrar o bloqueio marítimo imposto por Israel, como a rota seguida pelos navios confirmava essa intenção.

Antes de serem tomadas medidas efectivas para impedir a violação do bloqueio, a marinha de Israel contactou os comandantes dos navios expressando a intenção de Israel fazer cumprir o bloqueio.

Dada a progressão dos navios, Israel tentou tomar o controlo dos navios por meios pacíficos e dado o elevado número de navios iniciou essa operação ainda em águas internacionais.

A tentativa pacífica da marinha israelita foi recebida com violência por alguns dos manifestantes que usaram armas ligeiras, não restando outra alternativa senão o uso da legítima defesa.

advogado
Sete Rios 1 de Junho 2010

História da música "Amazing Grace (Maravilhosa Graça)" - Wintley Phipps



uma escolha de Isabel Araújo Santos
Sete Rios, 25 de Maio de 2010

o milagre da vida


uma escolha de Manuela Lourenço Marques

Junho 2010

How to feed the world ?


Sete Rios 26 de Abril de 2010
uma escolha de Manuela Lourenço Marques

Quem sou eu que vá?

Êxodo 3:11

A Tua ordem ecoa aos meus ouvidos
Insistente,
Clara,
Urgente:
- “Vem… Agora… Eu Te Enviarei…
Dá a Mensagem… Actua…
Esta É A Parte Tua,
A minha Eu cumprirei”


- Senhor, tens a certeza
Que a ordem é para mim?
Quem sou eu para tornar-me
Um colaborador Teu,
Para levar a tarefa até ao fim?
“Vem”?! Mas se eu não sou ninguém!
Não tenho dons comprovados
E as minhas possibilidades e o meu tempo
Estão enormemente limitados…”

- “Que desculpa tão fraca dás a Deus!
Não sabes que conheço até o teu pensar
Antes que o manifestes?
Quem é “Alguém” perante mim,
Se eu não for com ele,
Se não o abençoar e não o dirigir
Quer por caminhos fáceis ou até mesmo duros
Por veredas agrestes, meandros inseguros?

- “Sim, Senhor, eu Vou, aceito a Tua ordem.
Mas o “Agora” é exigência que não posso cumprir.
Agora” estou embrenhado
Em trabalhos complexos.
Espera até que me liberte destas lides
E, quando isso acontecer,
Eu “Vou”, estou pronto, então, a obedecer”

- “Agora – é a hora crucial da urgência:
É o tempo certo! Não podes protelar!
A tarefa é árdua, a “Mensagem” ingente.
Se tu não fores “agora”
Tudo pode falhar…
Vai… agora…dá a mensagem… actua!...
Só assim obedeces, cumpres o teu dever
De crente redimido
Que tem uma “Mensagem” para dar
Uma disponibilidade a cem por cento
Para escutar e “ir”.
Convida… Trabalha… Ora…
Há muito para fazer no nosso Portugal.
Braços cruzados nunca foram lema
Dum servo dedicado, dum seguidor leal.
Nem bocas fechadas e exemplos nefastos
São próprios de um converso
Chamado a palmilhar horizontes mais vastos
Horizontes onde o amor pelas suas almas perdidas
Norteia os passos e dirige vidas”

- Perdoa, Senhor, tão grande insensatez.
Eu “Vou” sem mais demora,
Levarei a “Mensagem” fazendo a minha parte,
E Tu, que és bom e justo,
Prometes e não falhas,
Fortifica a semente lançada campo fora.
E, não sendo eu “Ninguém”,
Nas Tuas mãos que abençoam e guiam,
Minha fraqueza se tornará em força
E, usado por Ti, serei, então, “Alguém


Poema de Odete Felizardo Gomes
In “Barro em Suas mãos”
(dito por Beatriz Augusto,
durante o culto Missões Mundiais,
em Sete Rios 25 de Abril 2010)

É sexta - Domingo está chegando



uma escolha de Manuela Lourenço Marques
Abril 2010

Winged Migration Part 5

Chuva de pássaros?
Leveza e beleza mas a corrida pela sobrevivência continua. No entanto, muitos são apanhados. Vejam como.
- convida "A Rocha"

Winged Migration Part 4

A Rocha chama a atenção para " VIDA E MORTE na 4ª parte de Winged Migration. Enquanto algumas aves não resistem e ficam pelo caminho, as crias começam a aparecer. Conheçam-nas!"

Winged Migration Part 3

Ao vermos a 3ª parte de "Winged Migration" tornam-se mais perceptíveis os obstáculos que vão surgindo e que precisam de ser ultrapassados para as aves chegarem ao seu destino. Não é assim a nossa vida? Uma dança, uma luta, às vezes uma disputa? Quantas vezes nos perdemos? Mas avançamos. - refere "A Rocha"

Winged Migration Part 2

"A viagem ainda está no início. Ao longo do documentário será muito fácil escapar-nos ou um sorriso ou uma lágrima. Vejam e vão perceber o porquê" - disse "A Rocha"



Manuela Lourenço Marques
Sete Rios 31 Jan 2010

Winged Migration Part 1

chegou, através da "A Rocha", a 1ª Parte de um documentário a não perder....
(não há qualquer efeito especial nas imagens)
Manuela Lourenço Marques
Sete Rios 29 de Janeiro 2010



To Be By Your Side - Nick Cave

hoje recebi este video encaminhado pela "A Rocha"
decidi partilhar com com cada um de vós, espero que gostem:)
Manuela Lourenço Marques
Sete Rios 29 de Janeiro 2010

A Pescaria Inesquecível

“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6 AA)
Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.
O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.
Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite… Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:
- Você tem que devolvê-lo, filho!
- Mas, papai, reclamou o menino.
- Vai aparecer outro, insistiu o pai.
- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.
O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações a vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável! Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.
Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há mais de 30 anos… Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.
Porém, sempre vê o imenso peixe toda as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.
Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando. Esta conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.
A boa educação é como uma moeda de ouro. TEM VALOR EM TODA PARTE!
- Extraído de "Histórias para Aquecer o Coração dos Pais", Jack Canfield e Mark Victor Hansen, Editora Sextante.
“Senhor, ajuda-me a ser exemplo para meus filhos e para esta geração que está aí sem referenciais de integridade.”

texto escolhido por Isabel Araújo
Sete Rios 25 de Janeiro de 2010

o menino que consertou o mundo

uma escolha de Isabel Araújo Santos
Sete Rios 8 de Jan 2010

Beauty for Brokenness



Graham Kendrick
uma escolha de Manuela Lourenço Marques
Sete Rios 15 de Novembro de 2009

António Lobo Antunes - entrevista


"Eu leio todos os dias para aprender"

"Não sei o que o futuro pensará de mim.... na minha opinião fui uma criança a brincar na praia..." citando Newton

para ver a entrevista, clique aqui:
RTP - GRANDE ENTREVISTA
Sete Rios, 22 de Outubro 2009
escolha de Manuela Lourenço Marques

Alma Sobrevivente


Título Original: Soul Survivor: How My Faith Survived the Church
Autor: Philip Yancey
Ano: 2004
Editora: Editora Mundo Cristão
Género: Teologia



Alma sobrevivente - Sou cristão apesar da Igreja, é a resposta de Philip Yancey à pergunta: quem foram as pessoas que o influenciaram, desafiaram e o ajudaram a tornar-se na pessoa que é hoje.

Muitos de nós teríamos pensado num avô, numa professora da escola, num irmão em Cristo ou até numa tia excêntrica. Philip Yancey não elegeu só uma pessoa, mas sim 13! Martin Luther King, Tolstói, Dostoiévski, Mahatma Gandhi são apenas alguns exemplos de pessoas que, directa ou indirectamente através da sua vida ou da sua obra, influenciaram a vida deste autor.

Yancey, começa por revelar-nos que na sua juventude quase abandonou a Igreja por considerá-la racista, retrógrada, despropositada e até abusiva. A razão para não o ter feito foi apenas uma: a sua fé em Cristo. Foi igualmente a fé em Cristo que o levou, mais tarde, a aproximar-se das 13 pessoas que hoje considera seus “mentores”.

Ao longo do livro, Yancey relata os seus encontros com estas pessoas marcantes, seja pessoalmente – muito por força do seu trabalho como jornalista – ou através da marca deixada por eles na História da humanidade. Através do exemplo de vida dos seus “mentores”, Yancey compreendeu a sua própria fé segundo perspectivas que até então nunca antes tinha considerado. Sobretudo, foi com este grupo de pessoas que descobriu que não estava sozinho, que havia outros como ele, igualmente desiludidos com a Igreja, mas profundamente comovidos pela mensagem central do Cristianismo.

Este não é apenas mais um bom livro, é sem dúvida, um livro que muda a nossa maneira de encarar a vida e a maneira como olhamos para a Igreja como Instituição.

É impossível lê-lo sem reflectirmos profundamente nas suas palavras. Mesmo tendo uma vontade enorme de prosseguir a leitura, por vezes damos por nós a parar num parágrafo, ou frase, que nos obriga a tecer complexas e elaboradas reflexões, (que nunca me levaram a uma resposta satisfatória, vencendo-nos apenas pelo cansaço!) capazes de nos levar a um colapso mental-emocional-espiritual-nervoso!

Tenho a firme convicção de que ninguém conseguirá acabar de o ler sem querer desesperadamente dar um outro rumo à própria vida; sem uma vontade sufocante de ser ainda mais, antes que se deixe de saber quem se é.

Em mim, especificamente, este livro deixou marcas de lágrimas angustiantes de quem deseja abraçar um propósito maior, está ansioso por isso, mas olha à sua volta e não sabe como fazê-lo. Acima de tudo, este livro é uma resposta, quando só existia algumas perguntas e milhões de dúvidas. É um livro que nos oferece momentos de coragem, força, sonho, vastidão, liberdade e sobretudo, alivio por percebermos que não estamos sozinhos e deslocados entre a humanidade. Aprendemos que é possível ser cristão, que o Cristianismo é mesmo o que sempre achámos que era e ainda é o melhor caminho que poderemos desejar para as nossas vidas.

Mais importante que tudo o resto, aprendemos com este livro que os cristãos não são perfeitos, em todos os sentidos, mas são pessoas cheias de fé e de vida, e isso, por si só, faz com que nos destaquemos de todos os outros.


Débora Ferrão
Setembro 2009

semedaor de estrelas

Semeador de Estrelas é uma estátua localizada em Kaunas, na Lituânia...
Durante o dia passa despercebida, só mais uma herança da época soviética

Mas quando a noite chega, a estátua justifica seu nome:

Às vezes a correria do dia a dia impede-nos de perceber muitos detalhes, e por isso podemos deixar tantas coisas ou pessoas passarem em branco em nossas vidas....
É possível ver além daquilo que está diante de nossos olhos...

Uma reflexão sugerida por Filipe Santos
Set 2009

Aquarela - Toquinho

uma escolha de Manuela Lourenço Marques
Reencontrei, hoje, esta bela canção. Obrigada Helena Sequeira.
Agosto 2009

Pobres dos nossos ricos

A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos. Mas ricos sem riqueza. Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados. Rico é quem possui meios de produção. Rico é quem gera dinheiro e dá emprego. Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos". Aquilo que têm, não detêm. Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros. É produto de roubo e de negociatas. Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram. Vivem na obsessão de poderem ser roubados. Necessitavam de forças policiais à altura. Mas forças policiais à altura acabariam por lança-los a eles próprios na cadeia. Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade. Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (...)

Filipe Santos partilha connosco este texto de Mia Couto e convida-nos à reflexão
Agosto 2009

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